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Seminário internacional debate os desafios da erradicação do trabalho escravo e tráfico de pessoas

Evento reúne os maiores especialistas na área, com inscrições gratuitas abertas ao público

São Paulo – Estão abertas as inscrições para o Seminário Internacional “Trabalho Escravo Contemporâneo e Tráfico de Pessoas: desafios para erradicação”, que acontecerá na próxima segunda-feira, 13 de maio, das 09h às 16h, no auditório da FAPESP - na Rua PIO XI, 1.500, Alto da Lapa, São Paulo. O evento tem como realizadores o Ministério Público do Trabalho, o Observatório de Direitos Humanos da UNICAMP (Universidade Estadual de Campinas) e a FAPESP (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo). Os interessados podem se inscrever pelo link https://forms.gle/9SKzHX7qjnfaZbBAA e tirar dúvidas pelo e-mail pgt.conaete@mpt.mp.br.

A conferência inaugural do Seminário terá como tema “A atuação do Ministério Público do Trabalho na erradicação do trabalho escravo”, com a exposição do procurador-geral do MPT, Ronaldo Curado Fleury. A partir das 10h30 será formada uma mesa redonda para debater o trabalho escravo contemporâneo, com as presenças garantidas dos pesquisadores Denis Maracci Gimenez e Sávio Cavalcante, da UNICAMP, dos auditores fiscais do trabalho Giselle Viana e Luís Alexandre de Faria, e do procurador do MPT e docente de Direitos Humanos da PUC Campinas, Silvio Beltramelli Neto.   

Na parte da tarde, uma mesa redonda debaterá as formas de enfrentamento ao tráfico de pessoas, com a participação de Luís Renato Vedovato, Marcel Gomes e José Dari Krein, da UNICAMP, André de Carvalho Ramos e Guilherme Assis de Almeida, da USP (Universidade de São Paulo) e Alexandre Andrade Sampaio, do IAP (Internacional Accountability Project).

“O diálogo interinstitucional é o meio mais eficaz de trazer soluções para o enfrentamento do trabalho escravo e do tráfico de pessoas. O evento tem como objetivo reunir os maiores especialistas no tema e compartilhar o debate com a opinião pública, trazendo amadurecimento à atuação das instituições no combate e erradicação dessa chaga”, afirma Catarina von Zuben, coordenadora nacional da CONAETE (Coordenadoria Nacional de Erradicação do Trabalho Escravo).  

Trabalho escravo - Segundo informações do Observatório Digital do Trabalho Escravo no Brasil, uma iniciativa do MPT em conjunto com a OIT, mais de 45 mil trabalhadores já foram resgatados do trabalho análogo ao de escravo no país de 2003 a 2018.

Só em 2018, o número de trabalhadores flagrados em condições análogas às de escravo chegou a 1.723, segundo dados da Secretaria de Inspeção do Trabalho (SIT), ligada ao Ministério da Economia. Segundo o levantamento, foram flagrados 523 trabalhadores em condições análogas às de escravo em área urbana enquanto que no meio rural foram registrados 1.200 casos. Entre as atividades econômicas com maior número de trabalhadores nessas condições estão a pecuária e o cultivo de café.

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