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Audiência coletiva reúne sociedade civil e entidades parceiras da campanha #TodosContraOTráficoDePessoas

Evento foi parte das ações da campanha e abordou o papel da atuação institucional no combate ao tráfico de pessoas.

Na terça-feira (20), aconteceu no auditório do Ministério Público do Trabalho em São Paulo (MPT-SP) a audiência coletiva com o tema Todos contra o Tráfico de Pessoas, com participação de oito palestrantes e com a apresentação de depoimentos de vítimas de trabalho forçado.  


A mesa de abertura do evento foi composta pela procuradora do Ministério Público Federal, Adriana Fernandes; pela presidente da Associação Brasileira de Defesa da Mulher, da Infância e da Juventude (Asbrad), Dalila Figueiredo; pelo presidente do Repórter Brasil, Leonardo Sakamoto; pela auditora fiscal do trabalho, Livia Ferreira; pelo reitor da UNICAMP, Marcelo Knobel; pela assistente social do CAMI, Carla Aguilar; pela defensora da Defensoria Pública da União, Viviane Grossi e pela procuradora do Trabalho, Tatiana Simonetti.

O procurador João Eduardo de Amorim, recém-eleito procurador-chefe do MPT em São Paulo, abriu o evento enfatizando a relevância da luta contra o tráfico de pessoas. “Somos um órgão que defende os direitos sociais e humanos dos trabalhadores e devemos estar abertos a uma interlocução cada vez maior com a sociedade e os diversos parceiros na luta contra o tráfico de pessoas, um crime que atenta contra a dignidade humana e a vários princípios institucionais”, afirmou o procurador, que concluiu reforçando a disponibilidade de ampliar a interlocução com os parceiros e sociedade e consolidar uma política de combate sistemático a essa prática.  

Os palestrantes prosseguiram com o debate fornecendo perspectivas gerais e experiências pessoais sobre a realidade atual do tráfico de pessoas, apresentaram dados que constatam uma redução nas ações de combate ao tráfico empreendidas este ano por limitações de financiamento, discutiram a necessidade de aprofundamento no estudo do tráfico de pessoas e o crescente número de traficados peruanos.

Os imigrantes bolivianos Omar e Ilda, vítimas do tráfico humano e trabalho escravo, deram seus depoimentos e compartilharam suas experiências. Falaram sobre o medo que sentiram, a desilusão, a jornada exaustiva diária de trabalho forçado em uma oficina de costura, e como finalmente conseguiram ser libertos ao procurarem a instituição CAMI “Agora estou muito bem com minha família, muito feliz, nós não estamos mais sofrendo daqueles maus-tratos, e estamos agradecidos com a instituição. Já faz 2 meses que estamos saindo desse problema que sofremos”, contou Omar.

No final do evento foi aberto um bate-papo informal entre os palestrantes e os participantes, onde foi possível a troca de ideias e o esclarecimento de dúvidas.  

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